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Como eu estudo? Meu Personal Learning Environment

Meu PLE (Personal Learning Environment) pode ser comparado a um grande hipertexto de onde busco as referências textuais que me fazem refletir e produzir conteúdo em meu blog, minhas redes sociais e no Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle da Universidade Aberta.

 

meu ple-01
As referências vêm de Buscas no Google Books e Google Acadêmico quando assuntos muito específicos.
A partir das Bibliotecas Virtuais da USP e Periódicos da CAPES onde posso conferir os trabalhos e estudos de ponta que vêm sendo realizados, sejam específicos ou co-relatos.
Além disso, ainda busco referencias meu conhecimento a partir da rede social Academia.edu, onde posso fazer buscas, a partir dos interesses específicos, em diversas partes do mundo e várias línguas e a partir dos mais diversos usuários.
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Bibliografia anotada – Personal Learning Environments

Ítem 01
LÉVY, Pierre. (2003). Cibercultura. São Paulo: Editora 34.  Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=7L29Np0d2YcC&lpg=PP1&dq=inauthor%3A%22PIERRE%20LEVY%22&hl=pt-BR&pg=PP1#v=onepage&q&f=false&gt;

Neste livro o filósofo francês Pierre Lévy nos leva a observar a sociedade como inserida em uma nova cultura, chamada por ele de cibercultura, repleta de referências do mundo tecnológico em que estamos e uma observação que me chamou atenção é quando, em seu primeiro capítulo, fala sobre um grande dilúvio no qual estamos inseridos, neste dilúvio ao invés de água, estamos imersos em informações, de todos os lugares e de todas as formas e, o que nos diferencia uns dos outros é o que nós fazemos com essas informações, que filtro nós trabalhamos para essas informações. Para mim, o estudante em E-learning deve aprender a treinar o seu olhar para as informações que realmente são importantes e não somente juntar todas em um mesmo repositório sem qualquer filtro ou  observação mais aprofundada.

 

Ítem 02

FILATRO, Andréa. (2004) Design Instrucional Contextualizado. Rio de Janeiro: Editora Senac São Paulo. Disponível em <http://books.google.com.br/books?id=S60508PlbJUC&lpg=PA29&ots=7nyPiAekXr&dq=papel%20do%20estudante%20andrea%20filatro&hl=pt-BR&pg=PA29#v=onepage&q=papel%20do%20estudante%20andrea%20filatro&f=false&gt;

A doutora em Educação brasileira Andréa Filatro fala em seu livro que o papel do estudante e o papel do professor estão passando por ressignificações à medida em que as redes informacionais e de computadores estão ocupando um espaço maios no processo de ensino e aprendizagem tradicionais. Os conceitos de hipertextualidade e virtualidades estão cada vez mais presentes com a inserção de sons, imagens e informações complementares em sala de aula. Isso faz parte do repertório do estudante e ignorar é um grande erro.

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Bibliografia anotada – Design Instrucional

1) CALDEIRA, Luana Matheus. (2008) DESENHO INSTRUCIONAL: A CONSTRUÇÃO DO DIÁLOGO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.  <http://revistas.udesc.br/index.php/udescvirtual/article/viewFile/1925/1483>

Nesta publicação da Universidade de Santa Catarina, Luana Caldeira, Pedagoga e Mestranda em Educação disserta sobre a importância do design instrucional que, se refere ao planejamento do ensino, reflete uma articulação entre forma e função, a fim de que se cumpram objetivos educacionais propostos. Sendo assim, o desenho instrucional é parte fundamental do desenho pedagógico, constituindo-o e tornando tangível a proposta pedagógica de um curso na modalidade a distância. É valido refletir também se a formação que os educadores recebem na atualidade – ênfase total no presencial – dá conta para que ele seja um educador à distância e/ou um designer instrucional.

2) FILATRO, Andrea. (2008) Learning design como fundamentação teórico-prática para o design instrucional contextualizado.  <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-12062008-142556/pt-br.php>

A autora, Doutora em Educação pela Universidade de São Paulo diz que o Designer instrucional está inserido em todos os modelos de Ead, principalmente no modelo contextualizado, que utilizando ferramentas características da Web 2.0, esse modelo busca a harmonia entre o processo de planejamento, a personalização e a contextualização. O DIC se aproxima do DI aberto por considerar importante a opinião dos usuários apesar de não excluir a utilização de conteúdos fixos e pré-programados. O DIC considera importante a opinião de professores e estudantes envolvidos no contexto de instrução, toda a rede de stakeholders (pais e responsáveis pelo ensino de crianças) que fazem parte dos processos educacionais. Reconhece a dinâmica dos processos de aprendizado eletrônico, que extrapola a fronteira do didático.

Acho esse texto muito importante para o eLearning, Andrea Filatro, em seus 2 livros publicados fala muito sobre a importância do design instrucional contextualizado, adaptável às necessidades do curso e dos estudantes. Além de possibilitar uma maior maleabilidade dos objetos de aprendizagem, interação e feedbacks.

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Um novo Diálogo para a educação.

1) CALDEIRA, Luana Matheus. (2008) DESENHO INSTRUCIONAL: A CONSTRUÇÃO DO DIÁLOGO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.  <http://revistas.udesc.br/index.php/udescvirtual/article/viewFile/1925/1483>

Nesta publicação da Universidade de Santa Catarina, Luana Caldeira, Pedagoga e Mestranda em Educação disserta sobre a importância do design instrucional que, se refere ao planejamento do ensino, reflete uma articulação entre forma e função, a fim de que se cumpram objetivos educacionais propostos. Sendo assim, o desenho instrucional é parte fundamental do desenho pedagógico, constituindo-o e tornando tangível a proposta pedagógica de um curso na modalidade a distância. É valido refletir também se a formação que os educadores recebem na atualidade – ênfase total no presencial – dá conta para que ele seja um educador à distância e/ou um designer instrucional.

No texto, Luana Matheus Caldeira fala sobre o papel importante do Designer insttucional no modelo de educação a distância que estamos desenvolvendo e inseridos atualmente. Acho essa discussão importante principalmente aqui no Brasil para que se atente para a necessidade da existência dos papeis profissionais e de suas responsabilidades no desenvolvimento dde cursos em eLearning.

O designer Instrucional tem um papel fundamental na Educação a distância: o de criador de um ambiente propício para que aconteça o ensino-aprendizagem. Mas, além disso, o designer instrucional é responsável pela criação de uma metalinguagem própria, compreensível para os estudantes e para os professores, autores e tutores.

O papel fundamental do designer no modelo de ead no qual estamos inseridos é de mediador entre tecnologia e pedagogia, essencial para o sucesso da educação. Um professor com formação em Design Instrucional.

2) FILATRO, Andrea. (2008) Learning design como fundamentação teórico-prática para o design instrucional contextualizado.  <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-12062008-142556/pt-br.php>

A autora, Doutora em Educação pela Universidade de São Paulo diz que o Designer instrucional está inserido em todos os modelos de Ead, principalmente no modelo contextualizado, que utilizando ferramentas características da Web 2.0, esse modelo busca a harmonia entre o processo de planejamento, a personalização e a contextualização. O DIC se aproxima do DI aberto por considerar importante a opinião dos usuários apesar de não excluir a utilização de conteúdos fixos e pré-programados. O DIC considera importante a opinião de professores e estudantes envolvidos no contexto de instrução, toda a rede de stakeholders (pais e responsáveis pelo ensino de crianças) que fazem parte dos processos educacionais. Reconhece a dinâmica dos processos de aprendizado eletrônico, que extrapola a fronteira do didático.

Segundo Andrea Filatro (2004) “Compreender de que forma as tecnologias de informação e comunicação contribuem para o aperfeiçoamento do processo de ensino-aprendizagem representa uma oportunidade de redescobrir a natureza ímpar, insubstituível a altamente criativa da educação no processo de desenvolvimento humano e social. Este é o campo de pesquisa do design instrucional, entendido como o planejamento, o desenvolvimento e a utilização sistemática de métodos, técnicas e atividades de ensino para projetos educacionais apoiados por tecnologias”.

Acho esse texto muito importante para o eLearning, Andrea Filatro, em seus 2 livros publicados fala muito sobre a importância do design instrucional contextualizado, adaptável às necessidades do curso e dos estudantes. Além de possibilitar uma maior maleabilidade dos objetos de aprendizagem, interação e feedbacks.

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Mas qual o papel do professor nesse contexto?

O professor ocupa um novo papel no eLearning. Deixa a função de “repassador de conteúdos” para assumir o papel de facilitador e provocador de discussões entre os integrantes do curso.

Ivashita e Coelho (2009) sugerem que os professores tutores assumem papel de grande importância para incentivar a criatividade nas discussões, tornando a aprendizagem sóciocontrutivista e não somente em uma passagem de conhecimentos. O tutor provoca, incentiva, chama o aluno à participação e o faz mais próximo do curso e dos outros integrantes do ambiente virtual de aprendizagem. http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/2865_1873.pdf

Já Carvalho (2007) acrescenta que os professores, têm outros papeis fundamentais nesse processo: de gestão do ambiente, autoria de conteúdos, além da motivação de alunos e tutoria dos mesmos. Esses outros papéis têm a responsabilidade de tornar o curso mais ágio, interconectado e passível de mutações ao longo da jornada que, como ela ressalta a fala de Pierre Lévy, os indivíduos toleram cada vez menos cursos uniformes e rígidos. http://anabeatrizgomes.pro.br/moodle/file.php/1/ARTIGOEPPEN.pdf

Que tipo de professor você quer ser? E que tipo de aluno você se acha? São perguntas bem pertinentes nessa discussão.

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